Pedaços de Tempo ... Pedaços de Nada ... Pedaços de Tudo

domingo, 13 de dezembro de 2009

Giselle





" GISELLE - Bailado em II Actos

Coreografia, Recriação e Encenação Georges Garcia
segundo Jean Coralli, Jules Perrot e Marius Petipa

Música Adolphe Adam
Desenho de Luz Cristina Piedade
Cenários Ferruccio Villagrossi

Figurinos Guarda-roupa tradicional
gentilmente oferecido pela Fundação Calouste Gulbenkian

ORQUESTRA SINFÓNICA PORTUGUESA
Direcção Musical Geoffrey Styles

Amor, ciúme e paixão. Inocência, dor e loucura. "


Para mim é uma história diferente.
É a história onde ao invés do habitual nas estórias é a princesa que salva o príncipe...



Levei os meus filhos às tardes em família, o teatro estava cheio de muitas crianças, e quem diz que elas se podem portar mal, que não aguentam, etc... nada disso.
Quietinhas...Deslumbradas com os cenários e o guarda-roupa de camponesas, fadas, príncipes e princesas (que é absolutamente fabuloso).
Não há perturbação de fundo durante o espectáculo e é vê-los muito pequenos, pequenos e mais crescidinhos deliciados e a perceber na perfeição toda a história. (Eu então...)
E o meu mais velho que já tem a mania que é crescido e levou o tempo todo a dizer "que chatice vamos ver ballet" e foi o caminho inteiro de mp4 a ouvir hip-hop adorou e não despregou os olhos do palco um instante.

Estes são para mim os verdadeiros presentes de Natal.
Proporcionar-lhes momentos de Magia!

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

"Feeling Good"



Dei por mim a gostar disto...

PS: Talvez por hoje poder novamente sair à rua, depois de uma loooonga semana :)

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Mau perder


E lá vou eu para as frivolidades...

(Áparte: é que estar fechada em casa os sete dias da quarentena dá nisto...para tudo e mais alguma coisa...)

É muito feio ter mau perder.

E eu que até acredito que na maioria destes programas isto é tudo encenações, que está tudo feito para ganhar fulano tal, assim como na maioria dos concursos em Portugal mas pronto, se calhar sou só eu que tenho mau feitio.

Mas até fiquei especialmente satisfeita da rapariga sair, primeiro porque acho que tem a mania e nestas coisas é muito bom e bonito ser-se humilde, depois porque aquela história quando foi ao último concurso estava um bocado mal contada e nem sequer deveria ter chegado aqui pois se calhar havia mais gente que não tinha tido oportunidade e a tivesse desperdiçado e que merecia (mais) talvez estar na final.
O outro senhor do júri de quem eu não gosto também, porque é bruto "como as casas" desta vez tinha razão.
Isto não são favas contadas.
E esta é uma lição não só para os concursos como para a vida. Pode ser que a rapariga a tenha aprendido, ainda que da pior maneira.

Vítimas


Morreram 696 pessoas nas estradas em Portugal


E a imprensa teima em fazer alarido das mortes por gripe...

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Era isto que eu devia ter feito...









"Se, limpando simplesmente as mãos com álcool, se elimina o risco do vírus da gripe A, então se apanhar o virús deverá ser suficiente ingerir bebidas alcoólicas para que este desapareça!!!"



Provavelmente tinha melhorado mais rapidamente :)

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Pessoa

"I know not what tommorrow will bring"

Fernando Pessoa






Morreu a 30 Novembro de 1935 e é o meu poeta Português preferido


quarta-feira, 4 de novembro de 2009

"As coisas de que nós gostamos"

O Pedro, a Vanda e o Vasco acompanham-me todos os dias, de manhã, a caminho de mais um dia de trabalho. A maior parte dos dias divertem-me com tanto "disparate". O meu filho assim que entra no carro diz logo "Mãe põe na Comercial", a maioria das vezes nem percebe as piadas mas acho que sobretudo gosta de me ver rir ainda que eu faça uma figurinha no meio do trânsito. Pois é, às vezes quando eles dizem olha ali aquela Srª no carro ... podia ser eu.

Mas a parte de que eu mais gosto acontece à volta das oito e um quarto: as "músicas para sonhar".

O Pedro e a Vanda têm a mesma idade que eu (o Vasco acho que é mais novinho), por isso aquilo que lhes é tão familiar o é também a mim, crescemos a ouvir as mesmas músicas, a ver os mesmos filmes, as mesmas séries de televisão, os mesmos anúncios, etc. Por isso não é raro apanhar-me a falar sozinha quando eles fazem aquelas perguntinhas sacramentais "lembram-se disto?" e é raro a minha memória de elefante(a) não se lembrar.
As nossas memórias são feitas de cheiros, de imagens e muito de sons, muito de música. As minhas pelo menos são. Por isso me divirto tanto.

Sorrio sempre quando oiço os primeiros acordes e quase sempre adivinho a música mas sobretudo quase sempre me faz lembrar momento, e/ou alguém e é talvez por isso que gosto tanto.

Hoje estava muito cansada, a gripe (A?) chegou aqui a casa, não durmo vai para três noites, ando movida a cafés e por isso talvez me tenha sabido, hoje especialmente, bem aquele bocadinho.

A propósito do aniversário de Ralph Machio (o Karate Kid, que eu vi sei lá quantas vezes, por quem eu suspirei, recortei revistas e outras coisas de adolescência) tocou uma das músicas mais ouvidas nos 80's (1986).

A música pois então, lamechas e pirosa que chegue mas com tanta importância na altura. E vieram as lembranças e os momentos e o sorriso nos lábios.

Foi caso para dizer "as coisas que nós gostamos", como disse a Vanda, mas no momento certo e na recordação de histórias ficam lindamente como banda sonora no filme de cada uma das nossas vidas.

Obrigado a esta malta por me animar as manhãs todos os dias sobretudo nos mais difíceis.

Fica a música





segunda-feira, 2 de novembro de 2009

terça-feira, 20 de outubro de 2009

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

O meu palpite é... política


Que ela tem uma imaginação que não acaba,
que inventa histórias sem razão aparente,
que faz "filmes" de coisa nenhuma,
que fala sem parar horas a fio
que...que... que...
Eu já sabia.
Descobri hoje que é exímia na arte de inventar desculpas:

Eu (zangada):"R. porque é que tiveste bola vermelha no comportamento hoje?"

Ela (com o ar mais inocente deste mundo): "então mãeeeee... a Francisca tava rouca e a professora ouviu-a a falar e pensou que era eu e deu a bolinha vermelha a mim"

Pois...
Quem não a conhecer que a compre. :)

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Coisas curtas...

"Faxismo": Regime politico no qual é possível obter licenciaturas por "fax".

Autor desconhecido - Recebida por mail

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

"When I'm gone"


3 Doors Down
There's another world inside of me
That you may never see
There're secrets in this life
That I can't hide
Somewhere in this darkness
There's a light that I can't find
Maybe it's too far away...
Or maybe I'm just blind...

Or maybe I'm just blind...

So hold me when I'm here
Right me when I'm wrong
Hold me when I'm scared
And love me when I'm gone
Everything I am
And everything in me
Wants to be the one
You wanted me to be
I'll never let you down
Even if I could
I'd give up everything
If only for your good
So hold me when I'm here
Right me when I'm wrong
You can hold me when I'm scared
You won't always be there
So love me when I'm gone

Love me when I'm gone...

When your education X-Ray
Cannot see under my skin
I won't tell you a damn thing
That I could not tell my friends
Roaming through this darkness
I'm alive but I'm alone
Part of me is fighting this
But part of me is gone

Or maybe I'm just blind...

Love me when I'm gone...

Love me when I'm gone
When I'm Gone
When I'm Gone
When I'm Gone
...
...
...

5 para a meia-noite

Comecei por parar aqui nas férias, enquanto tinha tempo para passar noites em claro a ver TV.
Por acaso... nas minhas deambulações por todos os canais.
Terminou a semana passada a primeira temporada, voltam segundo consta em Dezembro
Acho que o primeiro que vi foi com o "Boinas"... reconheci-lhe semelhanças aos "Pastéis de Nata" que via de vez em quando, depois mais regularmente, mas que só existia uma vez na semana.
Neste programa (não sei bem como lhe chamar... Talk-show? talvez...) os anfitriões são diferentes todas as noites. Gosto especialmente do Alvim (à 3ªf) , do Nilton (à 4ªf) e do Boinas (à 6ªf).
Há sempre um convidado especial e muitos, muitos momentos de humor, com interacção em várias plataformas de comunicação, ele é TV, Facebook, twitter, youtube...
Há momentos que foram fenomenais, o humor é inteligente e algumas situações foram sublimes,muitas vezes também pelo contributo dos convidados.
Fazia falta um programa assim, em fim de noite, que nos distraia da vida de todos os dias e traga a boa disposição que tantas vezes nos falta depois de um dia, difícil ou não.
Se quiserem espreitar o último vale a pena, mais que não seja pela interpretação do(s) Maestro(s).

Vão.
Mas não demorem muito a voltar!




Coisas...

Tantas coisas para fazer e apetece-me vir para aqui escrever...

(ainda) GreenDay



PS: Estava um bocadinho longe mas dá para perceber a "loucura"

terça-feira, 29 de setembro de 2009

GreenDay - Lisboa


Um grande concerto. Atrevo-me a dizer o melhor de 2009!
Para além de cantar como um louco durante quase quase 3 horas Billie Joe é um grande performer (não tinha noção).
O espectáculo foi completo, houve espaço para tudo e mais alguma coisa.
Começa com um coelhinho daqueles cor-de-rosa para entreter o público durante breves segundos enquanto a banda não entra.
O público quase desespera, a banda tinha prometido ser pontual:não desilude. Ao segundo, entra em palco ao som dos acordes de Song of the century, a música que abre o novo albúm e dá nome à tournée.
As bancadas e a plateia cheias, uma imensidão de braços no ar e gritos muitos gritos...o delírio, depois de nove anos o último concerto dos GD em Portugal. Muita gente, público de todas as idades, espanto-me com a quantidade de "crianças" a vibrar com o concerto, a saber as músicas de cor, a cantar a plenos pulmões, muitas coisas que nasceram antes delas.
A primeira imagem com Billie Joe no palco arrepia...no meio dos braços no ar, agradece a recepção, leva o público à loucura quando diz que começaram o início da tournée europeia pela melhor cidade.
Seguem-se as músicas pela ordem do albúm, a interacção com o público é permanente. Nunca vi um concerto onde subisse tanta gente ao palco: para cantar, para dançar, ou apenas para um abraço. Os "artistas" estiveram à altura!
Seguem-se os outros êxitos, "viaja-se" até mais longe, o público canta, canta sempre... alguns/muitos deles nem eram nascidos quando a música se fazia ouvir, mas sabem-na de cor.
O alinhamento é fiel ao divulgado pela banda. Pelo meio os velhos grandes êxitos, a loucura aos primeiros acordes.
Billie agarrou em tudo que lhe atiraram, usou todos os óculos que o público lhe ia dando, esteve sempre muito próximo e durante todo o tempo sem parar de cantar e raras foram as vezes em que esteve parado. Uma delas foi quando cantou Satisfaction dos Stones deitado no chão.
Atiraram-lhe muita coisa mas ele também atirou: água, papel higiénico e até t-shirts, com umas engenhocas que as disparavam bem longe.
O baixista (Mike) passou o concerto a atirar palhetas ao público, o baterista (Tré) no fim atirou todas as baquetes que utilizou. Generosos!
Espantei-me com a falta de vedetismo, mas começo a habituar-me, as grandes bandas são mesmo assim, reconhecem que não são ninguém sem o público e entregam-se totalmente. Generosos!
A música da noite: Boulevard of Broken Dreams, um pavilhão ao rubro com a letra na ponta da língua que emocionou Billie Joe e lançou um "I Love You". Outra que foi também um grande momento, uma das minhas preferidas: Are we the waiting.
Foi um grande espectáculo por si mas também pelo magnífico público que ajudou a que fosse ainda melhor.
Faltou-me When I come around e Wake me up when september ends, fica para a próxima.
Sem darmos por isso passam mais que duas horas e ninguém está preparado para que acabe. Sabe-se que a banda volta, para ainda mais quatro músicas: American idiot, Jesus of Suburbia (com um guitarrista recrutado do público que se safou muito bem), Last night on earth (acústica) e como se previa acaba com Good ridance:
"It's something unpredictable, but in the end it's right.
I hope you had the time of your life."
Saímos todos com a certeza que sim.




Alinhamento:

1. Song of the Century
2. 21st Century Breakdown
3. Know Your Enemy
4. East Jesus Nowhere
5. Holiday
6. The Static Age
7. Before The Lobotomy
8. Are We The Waiting
9. St. Jimmy
10. Boulevard of Broken Dreams
11. Hitchin' A Ride
12. Iron Man [Black Sabbath]/Master of Puppets [Metallica]/You Really Got Me [The Kinks]
13. Brain Stew
14. Welcome To Paradise
15. Longview
16. Basket Case
17. She
18. King For A Day/Break On Through (To The Other Side) [The Doors]/(I Can't Get No) Satisfaction [The Rolling Stones]/Shout [The Isley Brothers]
19. 21 Guns
20. Minority

Encore 1
21. American Idiot
22. Jesus of Suburbia

Encore 2
23. Last Night On Earth
24. Good Riddance (Time of Your Life)

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Dr. House


Acho que nunca falei aqui de uma das minhas séries preferidas. Acabei de ver agora o episódio um da sexta temporada que estreou ontem nos EUA, mesmo sem legendas - tal não é o vício -
Hoje ouvi a notícia que o Dr. (Hugh Laurie) está a pensar deixar a série.
IMPOSSÍVEL!
Parece que de tanto coxear na ficção arranjou um problema na realidade e as dores são tantas que pondera abandonar a dita (vá lá... podia ter-lhe dado para outra coisa, encarnar na personagem e viciar-se em Vicodin por exemplo...felizmente - para ele - não).
Não consigo conceber a história sem ele, um actor mais que brilhante. Basta ver outros filmes/séries que fez para ver a genialidade que possui (aí há tempos enquanto fazia zapping "encontrei-o" no Sensibilidade e bom senso e nem queria acreditar).
A alma, a vida, a história é ele.
Acredito que não seja fácil ser aquela pessoa todos dias, durante anos (vai na 6ª temporada e em cento e muitos episódios) e continuar a manter a sanidade entre o que é real e ficção.
Eu pessoalmente ADORO! A personagem, o mau feitio, a genialidade...
Dizem que ninguém é insubstituível, neste caso tenho a absoluta certeza que Hugh Laurie é insubstituível.
E faço aqui o meu pedido de humilde seguidora se é que conta para alguma coisa:
Não nos abandones já, e se não for pedir muito nem tão cedo.
=D