sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
"Feeling Good"
Dei por mim a gostar disto...
PS: Talvez por hoje poder novamente sair à rua, depois de uma loooonga semana :)
terça-feira, 29 de setembro de 2009
GreenDay - Lisboa
Para além de cantar como um louco durante quase quase 3 horas Billie Joe é um grande performer (não tinha noção).
O espectáculo foi completo, houve espaço para tudo e mais alguma coisa.
Começa com um coelhinho daqueles cor-de-rosa para entreter o público durante breves segundos enquanto a banda não entra.
O público quase desespera, a banda tinha prometido ser pontual:não desilude. Ao segundo, entra em palco ao som dos acordes de Song of the century, a música que abre o novo albúm e dá nome à tournée.
As bancadas e a plateia cheias, uma imensidão de braços no ar e gritos muitos gritos...o delírio, depois de nove anos o último concerto dos GD em Portugal. Muita gente, público de todas as idades, espanto-me com a quantidade de "crianças" a vibrar com o concerto, a saber as músicas de cor, a cantar a plenos pulmões, muitas coisas que nasceram antes delas.
A primeira imagem com Billie Joe no palco arrepia...no meio dos braços no ar, agradece a recepção, leva o público à loucura quando diz que começaram o início da tournée europeia pela melhor cidade.
Seguem-se as músicas pela ordem do albúm, a interacção com o público é permanente. Nunca vi um concerto onde subisse tanta gente ao palco: para cantar, para dançar, ou apenas para um abraço. Os "artistas" estiveram à altura!
Seguem-se os outros êxitos, "viaja-se" até mais longe, o público canta, canta sempre... alguns/muitos deles nem eram nascidos quando a música se fazia ouvir, mas sabem-na de cor.
O alinhamento é fiel ao divulgado pela banda. Pelo meio os velhos grandes êxitos, a loucura aos primeiros acordes.
Billie agarrou em tudo que lhe atiraram, usou todos os óculos que o público lhe ia dando, esteve sempre muito próximo e durante todo o tempo sem parar de cantar e raras foram as vezes em que esteve parado. Uma delas foi quando cantou Satisfaction dos Stones deitado no chão.
Atiraram-lhe muita coisa mas ele também atirou: água, papel higiénico e até t-shirts, com umas engenhocas que as disparavam bem longe.
O baixista (Mike) passou o concerto a atirar palhetas ao público, o baterista (Tré) no fim atirou todas as baquetes que utilizou. Generosos!
Espantei-me com a falta de vedetismo, mas começo a habituar-me, as grandes bandas são mesmo assim, reconhecem que não são ninguém sem o público e entregam-se totalmente. Generosos!
A música da noite: Boulevard of Broken Dreams, um pavilhão ao rubro com a letra na ponta da língua que emocionou Billie Joe e lançou um "I Love You". Outra que foi também um grande momento, uma das minhas preferidas: Are we the waiting.
Foi um grande espectáculo por si mas também pelo magnífico público que ajudou a que fosse ainda melhor.
Faltou-me When I come around e Wake me up when september ends, fica para a próxima.
Sem darmos por isso passam mais que duas horas e ninguém está preparado para que acabe. Sabe-se que a banda volta, para ainda mais quatro músicas: American idiot, Jesus of Suburbia (com um guitarrista recrutado do público que se safou muito bem), Last night on earth (acústica) e como se previa acaba com Good ridance:
I hope you had the time of your life."
Alinhamento:
1. Song of the Century
2. 21st Century Breakdown
3. Know Your Enemy
4. East Jesus Nowhere
5. Holiday
6. The Static Age
7. Before The Lobotomy
8. Are We The Waiting
9. St. Jimmy
10. Boulevard of Broken Dreams
11. Hitchin' A Ride
12. Iron Man [Black Sabbath]/Master of Puppets [Metallica]/You Really Got Me [The Kinks]
13. Brain Stew
14. Welcome To Paradise
15. Longview
16. Basket Case
17. She
18. King For A Day/Break On Through (To The Other Side) [The Doors]/(I Can't Get No) Satisfaction [The Rolling Stones]/Shout [The Isley Brothers]
19. 21 Guns
20. Minority
Encore 1
21. American Idiot
22. Jesus of Suburbia
23. Last Night On Earth
24. Good Riddance (Time of Your Life)
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Never tear us appart

Estava em casa da mãe a remexer nas velharias... nos CD que ficaram... ainda...
Como é que este foi ficar para trás? Pensei...
Lembro-me como se fosse ontem da noticia: Michael Hutchence morreu.
Como? Porquê? No auge da fama, aparentemente suícidio, vá-se lá explicar as coisas que "nos" passam pela cabeça.
Estou a ouvir o CD de novo e é de arrepiar...o som, a voz, a presença, as letras das músicas.
Gosto de tantas que não sou capaz de escolher uma.
É verdade que os artistas são eternos, a prova é que esta(s) música(s) passam (ainda) vezes sem conta na rádio.
Eu era miúda e mesmo sem querer estas músicas vão estar ligadas para sempre a mim, às minhas memórias, às minhas saudades (já perceberam que eu sou um bocadinho assim...).
Quem escreve assim, quem faz música assim não desaparece nunca. A banda continua, o sucesso nem por isso, Michael era absolutamente insubstituível...
Vale a pena perder um bocadinho para lembrar e ouvir:
Never tear us appart
Need you tonight
Not enough time
Suicide Blond
Taste it
By my side
Devil inside
Isto só para aquecer... o resto é só procurar e ter tempo para ouvir. Vale a pena!
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Spandau Ballet

Fiquei quase histérica.
Banda dos tempos de teenager, a par dos Duran Duran, dos norueguesas A-Ha (pronto ok, tou mesmo a ficar decrépita... )
A verdade é que adorava os Srs, corri Londres aos 16 em busca de todos os LP que me faltavam, trouxe fotografias autografadas, eu sei lá...
Obviamente que não posso perder isto de maneira nenhuma.
Mas (e não consigo evitar) cada vez que oiço falar nestas bandas lembro-me daquele filme Música e Letra , estão a ver? Com o Hugh Grant a fazer de estrela da Pop ... loool
Espero não estar assim tão deprimente nem que o concerto esteja cheio de "tesourinhos", mas claro que será inevitável e eu vou rir até mais não.
Como não consigo decidir qual das músicas gosto mais ficam duas do meu albúm (LP) preferido, comprado acabadinho de saír em Londres:
Crashed into love, Heart like a sky 1989
Empty spaces, Heart like a sky 1989
domingo, 25 de janeiro de 2009
Caixa dos Segredos
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
Diz-se por aí...
O comunicado da banda:
É um mix com as duas músicas em sobreposição. avaliem por vós mesmos...
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
Dia Santo ...
Hallelujah por Bon Jovi, cover de Leonard Cohen
Hoje é dia da Padroeira de Portugal
"No dia 25 de Março de 1646, D. João IV fez uma cerimónia solene, em Vila Viçosa, para agradecer a Nossa Senhora o que lhe concedera. Dirigiu-se à igreja de Nossa Senhora da Conceição, que declarou padroeira e rainha de Portugal. A partir dessa data, mais nenhum rei português usou coroa na cabeça, por se considerar que só a virgem tinha esse direito. Nos quadros onde aparecem reis ou rainhas, a coroa está pousada ao lado, sobre uma mesa, num tamborete ou almofada de cetim. "
Fonte: Wikipédia
PS: Há muitas versões desta música fantástica, perfeita nesta época, mas como eu ADORO os Bon Jovi, fica esta versão.Para não dizerem que o Sr. não canta nada... LINDO!!
domingo, 7 de dezembro de 2008
I believe in Father Christmas
sábado, 6 de dezembro de 2008
I dreamin of a white christmas
Outro que eu gosto muito, mas que agora anda um bocadinho perdido da vida, parece que "noutro mundo"
É pena, porque tem uma voz ...
Divirtam-se!
(Desculpem os que estão habituados à boa música, esta hoje foi só para espairecer ...)
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Please Come Home for Christmas
Aqui fica...o "meu" Jon
Popota
Será que sou só eu que não percebo ???Passo a explicar:
Já é o segundo ano em que o ícone natalício de uma rede de hipermercados é um hipopótamo, aliás uma hipopótama (nem sei se a palavra existe).

E eu não percebo...juro que não!
O que é que semelhante bicho/a tem a ver com o Natal?
Já me interroguei sei lá quantas vezes. É certo que a bichinha tem um ar simpático, mas a ver com a época...nada...rien...
Percebia perfeitamente se visse uma rena a cantar com o Tony Carreira, agora uma hipopótama???
Mas também compreendo perfeitamente as renas que talvez não quisessem cantar com o Tony.
Reconheço que a bichinha é simpática, tem um ar saudável e tal ...só não lhe reconheço direitos de representante natalício.
Mas os publicitários que a fizeram nascer lá saberão.

Afinal, foi da mente imaginativa de um deles que nasceu a figura que hoje reconhecemos como a do Pai Natal, numa campanha para a Coca-Cola nos anos 30
(não...a marca não inventou o Pai Natal...só o personificou - podem ler a história aqui).
Quem sabe se daqui a 100 anos os nossos descendentes deixam de acreditar no velhinho das barbas e passam a crer que a POPOTA desce da chaminé para entregar presentes.
Não sei é se não fica entalada , mas por esta ordem de ideias o Santa Claus também ficaria ...
Pois... É o sinal dos tempos...
Vejam com os vossos próprios olhos: