O filme começa e acaba com esta referência, e percorre-a exaustivamente ao longo da história: Um homem, cujas prioridades na vida são postas em causa, por um rapaz.
Hugh Grant igual a si mesmo e um pequeno bom actor em contracenas com algum humor e de alguma intensidade emocional.
A moral da história: independentemente de todos os bens materiais, de uma vida confortável, ninguém é feliz sozinho. E nove anos depois do filme ter estreado, o mesmo Jon Bon Jovi consegue dizê-lo melhor que ninguém "What do you got?" if you ain't got love
Road movie, com sabor a comédia romântica contrariando o tradicional happy ending (pelo menos o que eu esperava).
A vida nem sempre corre como queremos, o destino é muitas vezes contrariado pelas forças que vamos encontrando pelo caminho, mas no fim somos sempre nós que temos a última palavra, a última decisão. E o final pode ser, quase sempre, aquele que nós queremos.
Duas pessoas acham que controlam aquilo que sentem... acabam por perceber que NÃO conseguem controlar absolutamente nada (ainda que lutem contra isso).
"You never choose for who you might fall in love and you can never choose when and how it happens"
Para os românticos, ou para quem quer passar um par de horas bem disposto, ou ainda para quem apenas quiser ver o rabiosque do jeitoso do Kuchter...
Depois de muito tempo a tentar resistir à doença, morreu. Que descanse em paz. Ficará para sempre na minha memória na imagem de um dos meus filmes preferidos, aqui pela sua voz:
"A história de um jovem casal em busca de uma vida plena numa época marcada pelo conformismo.
Aprisionados num mundo de convenções codificadas, eles sonham sem fé, à medida que as mentiras e a ilusão despoletam consequências explosivas."
Fui ver sem motivo especial...ía ver outro filme, desconhecia a história, só tinha visto por breves minutos o anúncio num canal de televisão. Achei que era uma história de amor, saiu-me uma de desamor... Não sou fã especial do DiCaprio, aliás não sou mesmo...sabe-se lá porquê mas o rapaz irrita-me (outra daquelas coisas que eu não sei explicar), mas tinha visto a biografia do moço e até fiquei curiosa e como o filme que eu queria ver estava a hora e meia de distância, fui...
Fiquei curiosa porque o filme era classificado como M16 o que se percebe facilmente depois de o ver, até acho honestamente que devia ser M30 ou mais, porque de facto só entende a história na sua essência quem vive à um bocadinho mais que os 16, acredito que qualquer adolescente, jovem adulto fique perfeitamente enfadado com o dito e não alcance a sua verdadeira dimensão.
Não achei um grande filme, mas é um filme bom... É um drama, uma história que acaba por ser triste onde a lucidez surge sob a forma de um louco. América anos 50 (julgo...) mas podia ser qualquer país ano 2009.
Há que sonhar sempre e não se conformar. A vida pode (sempre) ser melhor!
Estava curiosa... Nunca consegui ler nada do Saramago, muitas vezes me perguntei se era das poucas almas que não se rendiam à escrita do Sr. Nobel... Não li o livro... Deve ter sido a primeira vez que vi um filme sem primeiro ter lido o livro. O que acontece a maior parte das vezes é que saio de lá desapontada. Desta vez não li. Fui ver o filme... A única coisa que conhecia do argumento, da história, era o que a publicidade em redor do mesmo mostrava: o mundo fica cego, por conta de uma epidemia desconhecida e há uma única mulher que vê. O facto de se falar nele como um dos candidatos aos óscares, também despontou alguma curiosidade. Depois de o ter visto, se não ganhar nada é uma tremenda injustiça (é a minha opinião..) Fiquei incomodada... Acho que é impossivel não ficar. A visão do mundo, da civilização é assustadora, a degradação da sociedade, o papel daquela mulher... Nas palavras do autor da obra "Este é um livro francamente terrível com o qual eu quero que o leitor sofra tanto como eu sofri ao escrevê-lo. Nele se descreve uma longa tortura. É um livro brutal e violento e é simultaneamente uma das experiências mais dolorosas da minha vida. São 300 páginas de constante aflição. Através da escrita, tentei dizer que não somos bons e que é preciso que tenhamos coragem para reconhecer isso."
É impossível descrevê-lo melhor! E o filme fá-lo de uma maneira que nos deixa nesta aflição durante os 110 minutos e depois.
O realizador parece especialista em filmes "difíceis", que nos "choquem" (não se fica indiferente também aos Cidade de Deus e O Fiel Jardineiro) Os jogos de luz, a escuridão e a claridade, quase parece que o filme é a preto e branco (alías Fernando Meirelles tem características de realização que lhe são peculiares), a fotografia é excelente, a banda sonora ainda adensa mais a complexidade da história.
Fiquei com vontade de ler o livro, de ler Saramago...
Fim de semana de cinema... Rendida aos gostos dos filhos, lá fui... Mas este nem é sacrificio. Recomendo a versão digital, excelente! Filme divertido para ver com a família. Onde mais uma hipopótama casa com uma girafa and live happy ever after... (Semelhante só a relação Popota & Tony Carreira , mas sobre isso conversaremos noutra altura)
Quando vi o trailer a primeira vez no cinema fiquei ansiosa para o ver, mas como as coisas nunca são como nós queremos...só o consegui ver ontem. ADOREI!
Surpreendi-me com a Meryl Streep que canta ao nível de uma qualquer profissional e com o cenário (natural) de sonho - tenho que ir à Grécia. Tive pena do Pierce Brosnan.: a música não é mesmo o forte do Sr. que continua cheio de charme, também não se pode ter tudo...
"Sou do tempo" dos ABBA, que o meu pai insisitia em colocar no rádio cada vez que saímos de carro, ainda com aquelas cassetes enormíssimas, assim do tamanho das de vídeo... que tortura... Houve alturas em que já não podia ouvir aquilo, o Fernando e a Chiquitita eram mais que odiáveis... e tocavam vezes sem conta assim como as outras, algumas as que fazem parte do filme.
É impressionante o que a idade faz a uma pessoa, de repente passei a gostar de ouvir AQUELAS músicas ( lol ). Não todas, também não estou assim tão mal...
Gosto do Dancing Queen, faz-me apetecer dançar; do Gimme Gimme(a man after midnight) pelo mesmo motivo e adoro o Winner takes it all que tem uma letra fantástica.
Claro que fiquei de lágrima no olho quando tocou...inevitavelmente.
É um filme para nos deixar bem dispostos e como não podia deixar de ser... tudo acaba bem!
A minha cena favorita, a minha música e letras preferidas:
Eu sei que o filme já estreou há "séculos", mas saíu agora em DVD e é IMPERDÍVEL...
Quem viu a série completa durante anos (como eu vi) deve ter ido (como eu fui) a correr ver o filme. As amigas, mais velhinhas (que o tempo não perdoa) mas absolutamente fabulosas - como sempre retornam à nossa convivência com os problemas próprios de gente adulta e sempre com o glamour a que nos habituaram.
Novas vidas...os mesmos problemas e a procura incessante pela felicidade...
São duas horas e meia de puro prazer, enquanto desfilam os Manolo, os Prada, o melhor guarda roupa de sempre.É absolutamente impossível qualquer mulher que se preze lhe ficar insensível. Apetece apanhar a correr o 1º voo para NY e afogarmo-nos em compras.
A banda sonora, incrível, com a Jennifer Hudson a bisar (como actriz e cantora), e outras músicas perfeitas.
Ok, já perceberam que sou absolutamente FAN... =)
Para quem não conhecia a série... vai adorar, não passa de uma história de Amor, como outras, mas cheia de glamour, e que até acaba em bem... (é impossivel ficar indiferente...)
Hoje, a propósito de outra coisa, a famosa cena da Meg Ryan, em conversa com uma amiga, lembrei-me... Que este é um dos meus filmes preferidos : aqui fica um pouco da banda sonora. Deliciem-se!
PS: Ah, pensavam que ía aqui por a tal cena ?!?! Isto é um blog sério LOL Vá, ok, fica o link .... xD xD xD